Michel Legrand, jazzista, pianista, arranjador e compositor parisiense, tocou ao lado de grandes nomes como Miles Davis, John Coltrane, Bill Evans, Herbie Mann, Stan Getz, Sarah Vaughan.
Mas não é sobre ele que venho falar não! É que Michel escreveu certa vez sobre o genial Baden Powell da seguinte forma:
"Dentro de nós há música
Acima de nós está a imortal, a imensa música
Mais alto ainda, há aqueles que a derramam,
que a expandem
E no topo disso
Há Baden Powell
Homem genial
Homem em forma de cordas de violão
que faz descer o seu sangue até nós
dentro da sua música
nossa música
nossa vida."
"Dentro de nós há música
Acima de nós está a imortal, a imensa música
Mais alto ainda, há aqueles que a derramam,
que a expandem
E no topo disso
Há Baden Powell
Homem genial
Homem em forma de cordas de violão
que faz descer o seu sangue até nós
dentro da sua música
nossa música
nossa vida."
Esse "resumo" , me parece, é uma fotografia poético-biográfica que transmite com rigor a energia deixada pelo grande Baden.
"Eu nasci numa cidade pequenininha, fronteira entre o Espírito Santo e Minas Gerais", Baden conta. Menino roubava o violão do pai, um festeiro, e acabou ganhando seu próprio instrumento, quando tinha seis anos.
Baden Powell morreu, aos 63 anos, em 2000. Tentou parar de beber, virou religioso tarde demais. Deixou algo como 500 composições, discografia dispersa e poucas imagens.
Baden cumpre importante papel, em uma trajetória musical virtuosa, no século 20.
Fiquem com um pouquinho de Baden Powell:
Postado por Ilton Ornelas Filho
Nenhum comentário:
Postar um comentário